terça-feira, 28 de junho de 2011

Present perfect

O presente perfeito é marcado pela forma:

Sujeito + have/has + verbo principal no particípio + complemento.
Susan has been to England. (Susan esteve na Inglaterra).

O presente perfeito pode ser usado para indicar:

1- Ações que começaram no passado e continuam até o presente.

She has worked at the hospital since April. (Ela trabalha/ tem trabalhado no hospital desde abril).
I have exercised at the gym lately. (Eu tenho me exercitado na academia ultimamente).
They have organized their wedding. (Eles têm organizado o casamento deles).

2- Ações que ocorreram em um tempo não determinado (indefinido) no passado.

I have been to the U.S.A. (Eu estive nos E.U.A.)
She has traveled to England. (Ela viajou para a Inglaterra).
You have made a delicious apple pie. (Você fez uma torta de maçã deliciosa).

3- Ações que acabaram de acontecer.

They have just left. (Eles acabaram de sair).
Jane has just made the lunch. (Jane acabou de preparar o almoço).
I have just done the dishes. (Acabei de lavar a louça).

Para as frases negativas, basta acrescentar o “not” após “have/has”. E nas frases interrogativas, basta colocar o “have/has” no início da frase.

Impossible basket

protagonista

Significado: lutador principal, papel principal, ator principal, principal pessoa numa determinada ação, responsável por determinadas ações

Exemplo: em obras de ficção diz-se "protagonista" referindo-se ao ator principal

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Tudo Pode Mudar

Metrô
Composição: Metrô



Nada ultrapassa
A velocidade do amor
Venha de onde vier
Seja como for
Subitamente o tempo
Parece parar
Nada acontece distante
Do teu olhar...

E eu aqui sozinha
Esperando você chegar
Enquanto o digital do relógio
Parece avisar
Ah! Ah!...

Que no balanço das horas
Tudo pode mudar
Que no balanço das horas
Tudo pode mudar...

Eu acho que ele não vem
(Não! Não! Não! Não!)
Ele não vem não!
(Não! Não! Não! Não!)
Ou será que virá?
Ah! Ah! Ah!...

Volto para casa
Fazendo trapaças prá dor
Seja o que Deus quiser
Seja o que for
Me ligo na televisão
Pro tempo passar
Mas todos os anúncios afirmam
Que é bom amar...

E dentro do meu peito
Não tem jeito bate paixão
São dez prá ficar louca
Daqui a pouco posso pirar
Ah! Ah! Uauuu!...

E no balanço das horas
Tudo pode mudar
E no balanço das horas
Tudo pode mudar...

Eu acho que ele não vem
(Não! Não! Não! Não!)
Ele não vem não!
(Não! Não! Não! Não!)
Ou será que virá?
Ah! Ah! Ah!...

E dentro do meu peito
Não tem jeito bate paixão
São dez prá ficar louca
Daqui a pouco posso pirar
Ah! Ah! Uauuu!...

E no balanço das horas
Tudo pode mudar
Oh! Oh!
E no balanço das horas
Tudo pode mudar
Ah! Ah! Au!
E no balanço das horas
Tudo pode mudar
Oh! Oh!
E no balanço das horas
Tudo pode mudar...

Eu acho que ele não vem
(Não! Não! Não! Não!)
Ele não vem não!
(Não! Não! Não! Não!)
Ou será que virá?
Ah! Ah! Ah!
-Sera?

Dourado, campeão do BBB e de jiu-jitsu, critica UFC Rio: 'MMA para inglês ver'







Com cerca de dois meses para sua realização, o UFC Rio já é febre, na volta do evento mais famoso de MMA da atualidade para o Brasil. Mas nem todos veem isso com tanta empolgação. É o caso do campeão do Big Brother Brasil 10, Marcelo Dourado, famoso pelo seu jeitão sem papas na língua. Para ele, que é lutador, a situação do esporte no país não é tão boa como se julga.
Ver em tamanho maior
Marcelo Dourado - campeão do BBB e lutador


Foto 1 de 14 - Além de campeão do BBB, Marcelo Dourado é conhecido pela carreira de lutador, tendo feito lutas de jiu-jitsu e MMA em sua carreira nos ringues Marcelo Alonso/-Divulgação

“Fazemos parte desse show que é o UFC, mas é para inglês ver”, opina o polêmico lutador de MMA e jiu-jitsu. “O MMA no Brasil é muito glamour e pouco investimento. Poucos eventos projetam atletas e têm estrutura com seguro, encaminhamento médico.”
'Ex-BBB' não? Lutador!

Com quase duas centenas de ex-BBBs “à solta”, Marcelo Dourado luta contra o rótulo e afirma que há preconceito com quem participou do reality. “O programa não paga mais as minhas contas”, diz o gaúcho, que afirmou já ter gastado todo o prêmio do BBB 10. “As pessoas tem que ver que parti para outra. A Sabrina (Sato) e a Grazi (Massafera) não são mais ‘ex-BBBs’. Fica difícil ser levado a sério e conseguir levar para frente nossa carreira profissional com o preconceito.”

* ORTIZ: 'IMPLOREI PARA LUTAR'
* RIVAL DE WANDERLEI JÁ FOI FÃ
* LEIA MAIS NOTÍCIAS DE LUTAS

Vencedor do Mundial Sênior de jiu-jitsu, em 2007, Dourado foge do rótulo de “ex-BBB” e segue carreira como professor - formou-se em Educação Física - e como lutador. Com uma vitória e sete derrotas em seu cartel no MMA, sonha com uma despedida dentro da “jaula”, mas tem projetos e planos do lado de fora dela, como empresário.

Para o gaúcho, a começar pelo valor dos ingressos o UFC privilegia os torcedores mais abastados: “não muda muito de Roma para agora. São os gladiadores lutando para a aristocracia”, filosofa. A crítica diz respeito também aos lutadores como uma classe.

“Não há união na categoria para transformar em profissão. Até garota de programa se trata como profissão. Todos são iguais perante a lei e acho que os lutadores deveriam ser agraciados com uma”, defende Dourado, afirmando que apenas um seleto grupo de lutadores acaba sendo favorecido pelo evento, enquanto quem batalha dentro do Brasil tem mais dificuldades para crescer.

Participante do BBB 4, em 2004, Marcelo Dourado voltou para a décima edição do reality show, na qual foi campeão. Antes de sua primeira aparição e após ela, o gaúcho se lançou como lutador de MMA. Apesar de estrear com triunfo, em 2003, perdeu os sete combates que se seguiram, incluindo o último, em 2009.
Árbitro nas horas vagas: ‘me ajuda a ficar próximo do esporte’
Lutador, professor, entusiasta... Vale até ser árbitro. Quando se fala em MMA, Marcelo Dourado não se atém às atribuições. Há oito anos ele pela primeira vez atuou como árbitro, em Manaus, e no sábado, dia 18, fez sua quarta participação dentro da jaula, no Bitetti Combat. “É uma maneira de me manter perto. Minha vida é em torno disso, e é interessante estar ali dentro, junto com o atleta”, explica o lutador, que não fez curso para o cargo. “Saber como é estar na pele do atleta é um bom pré-requisito, assim como ter boa velocidade de reação. A obrigação da arbitragem é cuidar da integridade dos lutadores e agir rapidamente.”
Despedida do MMA e vida de empresário

Mesmo com um cartel fraco, Dourado sonha ao menos com mais uma luta no MMA, antes de se dedicar exclusivamente a outras áreas dentro da modalidade.

“Eu já tive minha carreira, que não foi grande coisa, não vejo uma luz no fim do túnel no MMA. Mas uma despedida seria legal. Voltei a treinar depois de dois anos e uma luta já seria bom”, afirma o lutador. “Por outro lado, no esporte amador, no judô e no jiu-jitsu, eu continuo até quando tiver saúde”. O gaúcho, inclusive, confirmou participação no mundial sênior de jiu-jitsu, daqui a um mês e meio.

Os maiores planos para o momento, no entanto, são no intuito de formar uma equipe de MMA e, principalmente, organizar um evento da modalidade.

Ao lado do lutador Marcelo Nigue, Dourado tomou a frente como empresário para um evento que deve ser realizado no mês de setembro, em Santos, com lutas amadoras e profissionais. “Minha vontade vai além de lutar, quero dar outras contribuições.”

Todos titulos do Santos Futebol CLube

http://youtu.be/4thraOxg-1I

3 Libertadores,
2 Mundiais,
1 Recopa Intercontinental,
1 Copa do Brasil,
8 Títulos Nacionais
19 Títulos Estaduais

8 Títulos em 9 anos!
O Time mais vencedor da Década!
Único time a ultrapassar a marca de 11000 gols!

¡Yo quiero saber!

Quiero saber por qué la regaladera de dinero afuera y no se invierte en Venezuela y los venezolanos. Son demasiadas preguntas sin respuestas ¡Y yo quiero saber!


- Carolina Jaimes Branger / Periodista - - 27/06/2011 00:00 27

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La situación que se ha presentado en la cárcel de El Rodeo ha dejado en evidencia no sólo la corrupción de los cuerpos de seguridad del Estado, sino también la absoluta incapacidad que este tiene de hacerle frente a situaciones delicadas por un método distinto que no sea el de la violencia. Y hasta en eso han fallado.

Yo quiero saber si esos guardias nacionales que vimos en escena son quienes tienen el "honor" como divisa. Si los miembros del Ejército que han intervenido en un número tan desproporcionado al número de presos son los herederos del Ejército libertador. ¿Son ellos quienes nos van a defender de un hipotético conflicto bélico con Colombia, o de la tan anunciada (por Chávez) invasión de los yanquis? Quiero saberlo, para que Dios me agarre confesada.

Yo quiero saber cómo fue que llegaron a manos de los internos las armas con las que se han levantado. Quiero que el ministro del Interior y el vicepresidente de la República nos expliquen a todos los venezolanos, pero en particular les expliquen con lujo de detalles a las madres, esposas, hermanas e hijas de esos reos, cómo es que esas armas de guerra están dentro de las celdas, cuando ellas han pasado por humillantísimas requisas a la hora de visitar a sus familiares.

Yo quiero saber quién fue el responsable de que se esperara tanto tiempo para actuar una vez comenzado el conflicto. Quiero saber cómo se puede ser tan pasivo ante una tiramenta como la que se había armado, por qué no se agotaron otras formas de negociación antes de entrar asesinando a mansalva. Por qué no se permitió que mediadores como Humberto Prado, Liliana Ortega, Gonzalo Himiob o tantos otros, intentaran la persuasión. ¿Cuál es el mensaje para los asesinos que están adentro y para los que actúan impunemente afuera?... ¿Que el Gobierno puede ser tan asesino como ellos?

Yo quiero saber por qué no se ha evitado el hacinamiento, por qué todos los internos no se someten a programas de reeducación. Quiero saber por qué no se ha extendido el programa de Literatura Penitenciaria del doctor Gómez Grillo o el de las Orquestas Penitenciarias de Fesnojiv. Cualquiera que entre en una cárcel venezolana sale más dañado... si es que sale vivo.

Quiero saber por qué la regaladera de dinero afuera y no se invierte en Venezuela y los venezolanos. Son demasiadas preguntas sin respuestas ¡Y yo quiero saber!

CAROLINA JAIMES BRANGER / PERIODISTA

NÃO CONFUNDA : its OU it's

Its (tudo junto) é pronome

It ' s ("separado") é igual a "It Is" - do verbo TO BE





E.g. This book isn't new, look at its page, it's torn.

Os pronomes em Inglês não tem variação de gênero(masculino / feminino)e alguns não tem variação de número(singular / plural)

Os pronomes em Inglês não tem variação de gênero(masculino / feminino)e alguns não tem variação de número(singular / plural)

Um pequeno exemplo vai tornar isto mais claro:

Veja:
THIS girl (Esta menina) THIS boy (Este menino)
THESE girls (Estas meninas) THESE boys (Estes meninos)

Obs:este pronome tem formas diferentes no singular(This) e no plural (These)mas
não mudam de genero(fem / masc).
Note que o pronome permanece invariável apesar das mudanças de significado.



Personal Pronouns
Pronomes pessoais
Assim como em português são os que indicam a pessoa(sujeito) da frase:

I = Eu You = Você (vocês) He = Ele She = Ela

It = isso We = Nós They = Eles ou Elas

Note que:

• "It" normalmente é usado com coisas e bichos,mas é comum referir-se ao animal de estimação como "He" (Ele) ou "She" (Ela).

• A 3a pessoa do Plural (They) não tem masculino/feminino diferentes como acontece em Português.

• A 2a pessoa plural (You) equivalente a "Vòs" é igual a 2a pessoa singular (You).Para saber de qual das duas pessoas se trata dependemos do contexto da frase.Exemplo:

You like to go to the beach on weekends -- pode ser "Você gosta de ir à praia nos fins de semana.

ou "Vocês gostam de ir à praia nos fins de semana."

Qual das duas esta certa? -- As duas estão,dependendo do contexto.OK?

Demonstrative Pronouns
Pronomes Demonstrativos

São usados do mesmo modo que seus equivalentes em Português.

THIS = este, esta This book is on this table (Este livro esta em cima desta mesa)(de novo?)

THESE = estes , estas These people are reading in English (estas pessoas estão lendo em Inglês)

THAT = aquele,aquela,aquilo That girl is my daughter(Aquela garota é minha filha)

THOSE = aqueles, aquelas Those kids are my children(Aqueles garotos são meus filhos)

Adjective-Possessive Pronouns

Pronomes adjetivos-possessivos

São chamados Possessive porque obviamente indicam posse,e sendo pronomes adjetivos são colocados normalmente antes do substantivo a que se referem São eles:

MY = meu , minha , meus , minhas- My father My mother My brothers My sisters



YOUR = seu , sua, seus , suas---Your father Your mother Your parents Your children



HIS = dele (*) -----------------His father His mother His children



HER = dela (*)---------------- Her father Her mother



ITS = dele,dela (**) -----------Its house Its mother Its father



OUR = nosso. nossa, nossos, nossas---Our parents Our house Our cars Our houses



THEIR= deles, delas---------------- Their house and their car



(*) Em português é comum dizermos "sua" querendo dizer "dele". Se eu digo- "ele foi para sua casa" - pode-se ficar na duvida se ele foi para a "sua" ou a "dele" ,certo? Em inglês não ha esta confusão, mas fique atento(a) à tradução.
(**) Em português dizemos - "o cachorro tem sua própria casa" - em inglês dizemos" The dog has ITS own house" pois sua (His) só se usa para pessoas ok?(Volte aos pronomes pessoais mais acima e de uma conferida)





Será que Comércio Exterior é a carreira ideal para mim?


Comércio Exterior
Bacharelado





São as técnicas utilizadas na relação de compra e venda de produtos e serviços com empresas do exterior ou órgãos governamentais de outros países. O profissional dessa área analisa as tendências do mercado, identifica as necessidades da empresa em que trabalha e também de seus clientes ou fornecedores no exterior, elabora estratégias de negócios e marketing que visam à lucratividade do negócio e define os meios de transporte mais favoráveis para a transação. Com conhecimentos de direito internacional, pode exercer a função de despachante aduaneiro, atuando no controle de importação ou exportação de bens ou mercadorias. Seu campo de trabalho também envolve atividades em instituições financeiras, entidades governamentais, departamentos de desenvolvimento econômico, empresas de câmbio, de seguro e de transporte. Pode, ainda, prestar assessoria no âmbito do marketing internacional, fazendo análise de mercado e de produto, muitas vezes adaptando mercadorias para diferentes culturas.
Dúvida do Vestibulando

QUAL É A DIFERENÇA ENTRE FAZER UM BACHARELADO E UM TECNOLÓGICO?

Os cursos tecnológicos, além de terem duração menor, são focados e direcionados para uma área específica do comércio exterior (por exemplo, regulamento aduaneiro), atendendo muitas vezes à demanda de determinada região. Já os bacharelados oferecem formação mais completa e abrangente, habilitando o profissional para vários campos de atuação.
O mercado de trabalho

O mercado de trabalho para o bacharel e o tecnólogo em Comércio Exterior está crescendo. Um dos grandes impulsionadores é a agropecuária brasileira - cuja participação na economia do país se expandiu em 2010. As melhores oportunidades estão no Rio de Janeiro e em São Paulo, que concentram grandes indústrias e muitas firmas exportadoras e importadoras, além do porto de Santos. Há uma demanda crescente na Região Sul, em razão do comércio com o Mercosul, e no Nordeste, por causa da instalação de novas indústrias e de investimento em portos como o de Suape, em Pernambuco, ou Mucuripe, no Ceará. O bacharel é requisitado para atuar nas áreas de logística, marketing e análise de negócios em empresas dos mais diferentes ramos, como alimentício, automotivo, frigorífico e de vestuário. Outro campo em expansão é o de assessoria e consultoria a empresas de pequeno e médio portes.

Salário inicial:R$ 1.200,00 (fonte: prof. Edson Torrens, da Univille).
O curso

Tanto na formação do bacharel quanto na do tecnólogo, os cursos mesclam matérias da área de exatas com as mais específicas da área de comércio exterior. No bacharelado estudam-se matemática financeira, administração, economia, contabilidade e estatística. O currículo ainda é recheado de disciplinas como direito internacional, logística, sistemas de importação e exportação, legislação tributária e aduaneira e negociações internacionais. Não ficam de fora sociologia, inglês (básico e avançado), espanhol (básico e avançado), ética e comunicação empresarial. O estágio é obrigatório no último ano.

Duração média:quatro anos.

Outros nomes:Comércio Ext. e Neg. Intern.; Comércio Intern.; Gestão de Comércio Intern.; Neg. Intern.
O que você pode fazer
Agenciamento de carga

Contratar frete e seguro internacional e acompanhar embarque e desembarque de mercadorias.
Análise

Servir de intermediário para o fechamento de contratos de compra e venda com empresas estrangeiras, de acordo com a legislação vigente.
Consultoria

Dar assessoria a empresas de médio e pequeno portes que desejam iniciar negociações internacionais.
Cotação

Fazer cotação de moedas internacionais e de produtos.
Gestão

Estudar e determinar o mercado com o qual se deseja operar e elaborar os objetivos e as metas da exportação.
Logística

Determinar como serão transportados os produtos.
Marketing internacional

Fazer análise de mercado e adaptar as mercadorias para a cultura local onde o produto será comercializado.

China vai crescer 9% ao ano, diz o economista David Li

A economia chinesa não deve crescer menos que 9% ao ano, nos próximos anos. Apesar da intenção do governo de desacelerar o ritmo de avanço, a China deverá ultrapassar os Estados Unidos como a maior potência do mundo em até dez anos. Esta é a projeção de David Li, o mais renomado economista do gigante asiático, chefe do departamento de finanças da Universidade de Tsinghua, “a Harvard da China”, e diretor do Centro para a China na Economia Global (CCWE).

Departamento de Economia da Tsinghua mistura modernidade e tradição na universidade mais famosa da China
Foto: Olívia AlonsoAmpliar

Departamento de Economia da Tsinghua mistura modernidade e tradição na universidade mais famosa da China
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* Bicicletas são principal transporte dos estudantes da Tsingua, em Pequim
* Departamento de Economia da Universidade de Tsinghua
* "Harvard da China", Universidade de Tsinghua ocupa área equivalente a metade da Cidade Universitária da USP, em São Paulo
* David Li, da Universidade Tsinghua, diz que brasileiros deveriam se importar menos com moeda chinesa
* Departamento de Economia da Tsinghua mistura modernidade e tradição na universidade mais famosa da China

Li recebeu o iG no moderno prédio de professores do departamento de Economia, no centro do campus da universidade de Tsinghua, no distrito de Haidan, na região central de Pequim. Ali, estudaram alguns dos nomes mais ilustres da China, como o Hu Jintao, atual presidente, e Xi Jinping, vice-presidente. O campus, cuja área é metade da ocupada pela cidade universitária da USP, em São Paulo, tem suas ruas arborizadas e limpas. Prédios novos e antigos são separados por jardins impecáveis. Quando as aulas terminam, sãs todas as vias são tomadas por milhares de bicicletas dos estudantes que moram na universidade ou nas redondezas. Na China, é comum mudar-se para o campus, mesmo aqueles que são da própria cidade.

De dentro de uma das salas de reunião dos professores, Li afirma que a China está evoluindo para uma economia de mercado complexa e sofisticada e não há sinais de desaceleração. Com modelo político e econômico que mistura as forças do mercado e do governo central, o que ele considera o “único possível para a China”, o país deverá acelerar o consumo doméstico, manter a inflação em torno de 4% ao ano e deixar sua moeda valorizar cerca de 4% ao ano. “Assim, em menos de uma década, devemos deixar os Estados Unidos para trás.”

Mas, enquanto cresce, a China tem grandes desafios, reconhece o economista. O maior, na opinião dele, é a crescente tensão social. Da janela de sua sala, ele aponta os jovens estudantes que passam pelas ruas do campus e manifesta preocupação com os seis milhões de jovens que se formam todos os anos na China. “É uma legião de jovens que estão insatisfeitos com a falta de emprego, com a inflação, com as políticas do governo e com a corrupção. Tudo isso reflete descontentamento com suas carreiras e suas vidas.”

Para os brasileiros, Li sugere mais atenção aos investimentos estrangeiros e menos críticas à moeda chinesa. “Ao invés de reclamar tanto sobre o câmbio, o Brasil deveria focar em medidas para atrair investimentos produtivos e aumentar suas exportações de valor agregado.”

Na entrevista abaixo, o economista também fala da fragilidade chinesa diante dos preços crescentes das commodities no mercado internacional e da relutância das companhias chinesas para aumentar os salários dos trabalhadores.

iG: O governo chinês quer desacelerar o crescimento. Isso vai mesmo acontecer?
David Li: Na realidade, nos últimos cinco anos, a China cresceu 11,2% ao ano. Agora, o governo central que desacelerar para um crescimento anual de cerca de 7%. Eu vejo os 7% de um jeito diferente: essa meta é uma indicação da preocupação do governo com a qualidade do crescimento. Mas minha perspectiva é de um crescimento de 9% ao ano na próxima década, o que já são dois pontos percentuais abaixo da média dos últimos cinco anos. Então os 7% são apenas uma indicação da preferência do governo central.

Por que desacelerar a economia?
Li: O governo está preocupado com três coisas. A primeira é o alto desequilíbrio da economia: quando crescemos muito depressa, dependemos mais de demanda estrangeira. Em segundo lugar, está a preocupação com a demanda crescente por commodities no mercado global. O terceiro ponto é que o crescimento muito rápido poderia piorar nossa tensão social, criando desigualdade na distribuição de renda. Então, eles esperam que com uma pequena desaceleração possamos mitigar estes problemas.

Qual deve ser o melhor motor do crescimento chinês para o país lidar com essas questões?
Li: O governo quer depender mais de consumo doméstico. Ficar menos dependente das exportações.

Como?
Li: Cortando taxas, fornecendo subsídios e melhorando o sistema de seguridade social, de forma a dar mais confiança aos cidadãos para consumir mais.

O governo pretende incentivar o crédito para pessoas com menor renda?
Li: Esse é um tema em discussão na China, mas não acho que será um componente significativo na política para o crescimento doméstico. Hoje, as famílias não consomem porque acham que sua renda não crescerá na mesma velocidade do país, não é por falta de crédito. Eles não querem comprar muito.

Na sua projeção, quando a China vai superar os EUA como a maior economia do mundo?
Li: É provável, não é certo, que em até dez anos a China se tornará a maior economia do mundo. Considerei minha projeção para o crescimento chinês, para o crescimento dos Estados Unidos e para as taxas de inflação e câmbio. Esses quatro pontos, juntos, indicam que é provável que a China se torne a maior economia do mundo em dez anos.

Quais os níveis de crescimento, inflação e taxa de câmbio que você considerou?
Li: Assumi de 4% a 5% de valorização do yuan em relação ao dólar, 9% de crescimento do PIB da economia da China e 2,5% da economia dos Estados Unidos. E também de 4% a 5% de inflação na China e 1% nos EUA. Tudo isso, cominado, gera essa projeção.

Por que esta projeção de até 5% para a inflação?
Li: Porque a inflação está sendo guiada por dois aspectos. O primeiro é o preço internacional de commodities, incluindo cobre e minério de ferro. Isso é internacional, é algo que a China não pode controlar. O segundo é a alta dos salários.

Em seu plano quinquenal, a China afirma que quer estabelecer um conceito “científico” de desenvolvimento. O que isso significa?
Li: Científico, na China, não é sinônimo de ciência, mas quer dizer comprometimento real. Isso significa duas coisas. Em primeiro lugar, diminuir a tensão social para ter uma base melhor para o desenvolvimento econômico, com, por exemplo, melhor distribuição de renda e de seguridade social. O segundo aspecto é ser mais preocupado com o meio ambiente, menos dependente das commodities e mais dependente do desenvolvimento do setor de serviços. Isso também significa estar mais dependente das pesquisas científicas e do desenvolvimento tecnológico, com maior base de pesquisa.

Quão preocupado, de fato, está o governo chinês com o crescimento sustentável e “verde”?
Li: A China é um país gigante, com uma população de 1,3 bilhão de pessoas. Seis vezes a população do Brasil. É impossível, para nós, perpetuar o modelo atual com a atual taxa de crescimento dependendo tanto das fontes de matérias-primas internacionais. Se continuarmos nesse ritmo, da maneira atual, o mundo todo será impactado. Não temos alternativa senão diminuir nosso consumo de matérias-primas e investir em energia renovável. Podemos fazer isso com o desenvolvimento científico, por exemplo.

As universidades e empresas chinesas estão prontas para esse desenvolvimento?
Li: Sem dúvidas, aqui na universidade de Tsinghua, por exemplo, temos um centro de pesquisa em energia limpa, grandes departamentos de pesquisa, um instituto de estudos para o meio ambiente em parceria com o governo italiano e diversos outros projetos.

O que o governo quer dizer quando afirma que quer uma sociedade mais harmônica?
Li: Isso quer dizer mitigar a tensão social para deixar um número maior de pessoas aproveitarem os benefícios do crescimento econômico.

Muitos economistas e analistas internacionais afirmam que o modelo político-econômico chinês, que mistura governo ditatorial, capitalismo e socialismo, não vai durar. O que o sr. acha disso?
Li: A China está mudando, se tornando uma sofisticada economia de mercado. A economia chinesa está se tornando mais complexa e sofisticada. Tem de ser uma mistura apropriada de propriedade do governo e propriedade privada. Tem de ser um balanço das duas forças, ou seja, um modelo de intervenção do governo com forças do mercado. Isso é o que estamos evoluindo para nos tornar. Como por exemplo, nosso mercado imobiliário. Costumávamos depender apenas das forças do mercado e os preços foram ficando inatingíveis para as pessoas. Agora, o governo quer fazer uma mistura e controlar um pouco os preços. Então a China está mudando. Ainda não há ainda um modelo chinês pronto, mas estamos melhorando e evoluindo.

Mas o sr. acredita que este manter essas duas forças – do governo e do mercado – é o melhor modelo para a China?
Li: Este é o único jeito de andarmos para frente. Se é o melhor, se a China vai ter sucesso ou não, não está muito claro. Temos esperanças, estou confiante e otimista, mas ainda não há resposta porque ninguém tentou antes dessa forma.

O governo chinês afirma que vai elevar os salários nos próximos anos. Em sua opinião, a que ritmo isso deve acontecer?
Li: O governo quer elevar salários, mas o salário dos trabalhadores braçais, dos operários, não está crescendo na mesma velocidade do Produto Interno Bruto (PIB) nominal por causa das forças do mercado.

As empresas não querem elevar os salários para não perder competitividade, é isso?
Li: Não é o desejo das empresas verem os salários crescerem, de fato. Mas a força do mercado está puxando os salários para cima. Então, as empresas terão de pagar salários mais altos. Hoje, muitas estão tendo margens de lucro muito grandes, o que pode ser usado para promover o aumento dos salários. Além disso, a produtividade tem crescido na China nos últimos anos. É outra fonte para absorver os aumentos dos salários.

O governo está dando subsídios para as empresas estatais e privadas elevarem os salários?
Li: O governo com certeza tem seus objetivos, mas não acho que há uma pressão tangível sobre as empresas.

Qual sua maior preocupação com a China, hoje?
Li: A tensão social. A economia vem crescendo rápido demais e, consequentemente, a má distribuição de renda, somada ao alto número de recém-formados que procuram emprego qualificado. Isso provoca tensão social.

Você pode dar exemplos dessa tensão social?
Li: Na internet, por exemplo, jovens reclamam da inflação, de políticas do governo, da corrupção. Tudo isso reflete certo descontentamento com suas carreiras e suas vidas. Estão preocupados com suas rendas, com a alta dos preços. Em muitos sites chineses, vemos muitas reclamações. Isso é sinal de tensão social.

A política de um só filho não é tão restrita como antes. Isso tem uma relação com o objetivo de incentivar o consumo doméstico?
Li: A princípio, a política duraria 30 anos, a partir de 1978, e dizia que se um casal é formado por duas pessoas que são filhos únicos, eles podem ter dois filhos. Mas quem tem irmãos não pode. Mas essa política está evoluindo. Ajuda a controlar o crescimento populacional, mas, independente disso, as pessoas já estão começando a consumir mais.

Qual lição o Brasil deveria aprender com a China?
Li: Em primeiro lugar, a educação. Com uma boa educação básica, você consegue desenvolver o setor industrial e também o de serviços. Em segundo lugar, colocaria grande ênfase em políticas macroprudenciais, corte de déficits comerciais e fiscais e controle de inflação.

E o que a China tem a aprender com o Brasil?
Li: As políticas sociais. O ex-presidente Lula fez muitas políticas e vocês têm programas mais bem sucedidos do que outros países.

O que o sr. acha das críticas brasileiras à taxa de câmbio chinesa?
Li: Investimentos estrangeiros, em geral, podem trazer força para a economia, podem trazer novos modelos de negócios e práticas. Então, o Brasil não deve só focar em taxas de câmbio. Ao invés disso, deveria focar em medidas para atrair investimentos produtivos e aumentar suas exportações de valor agregado. As exportações da China ao Brasil estão crescendo e o setor industrial brasileiro parece estar sofrendo com a moeda da China, mas só parece. A moeda chinesa não estava depreciada até 1994, mas mesmo antes disso já éramos muito competitivos no setor industrial. Eu sinceramente tenho esperança de que os governantes brasileiros foquem mais em investimentos produtivos e educação.

domingo, 26 de junho de 2011

sábado, 25 de junho de 2011

Chora corinthians versão libertadores









Letra: Chora me liga (versão Libertadores)
Não era pra você se empolgar
Era só pra participar,
eu te avisei,
Gambás eu te avisei
Você sabia que ia ser assim
Quarta-feira a noite ia ser o fim
Eu te avisei,
Gambás eu te avisei
Não vai ser tão fácil assim
Ter a taça na mão
Ainda mais você
que é acostumado a ganhar
só o Paulistão
Não venha me perguntar
qual a melhor saída
Se é trocar de treinador
pra iludir sua torcida
Chora e Liga agora
o Playstation de novo,
e pede socorro,
só ele vai te salvar
Agora desliga
que o jogo já acabou,
pede por favor,
Quem sabe a FIFA volte a te ajudar

Julio Cesar frango Copa do mundo 2014 Brasil BR

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Neymar: "Y ahora quiero ser el mejor del mundo" AS estuvo con el crack antes de unirse a la 'canarinha'.


Lugar: España
ESPÍRITU DE LÍDER EN TU MÓVIL

Teclea en el navegador de tu terminal www.as.com

Marco Ruiz | 24/06/2011

Una docena de medios esperaban ayer a Neymar en el aeropuerto de Sao Paulo para despedirlo. Se fue a Buenos Aires junto a Ganso y Elano para incorporarse a la canarinha con un nuevo reto en mente: la Copa América. AS quiso captar alguna frase del crack. Su afirmación fue rotunda: "Quiero ser el mejor del mundo. ¿Con el Madrid?, preguntamos. "No lo sé. Mi futuro ya se verá...".

Neymar llegó con buena cara, a pesar de toda la noche de celebración. El acoso que sufrió en la terminal por aficionados y Prensa fue brutal. Y entre tanto barullo surgió una imagen que vale su peso en oro. Un niño con la camiseta del Madrid se acercó. Neymar no lo dudó. Posó con él.

La noche anterior fue protagonista de las celebraciones. El vestuario del Santos era un hervidero de gente. La puerta está entreabierta. Había periodistas mezclados con aficionados y familiares y ninguna organización. Junto a la puerta el padre, la madre y la hermana de Neymar le esperan junto a Duda (su inseparable asesor) y Neto, del Santos (artífice de que se quedara cuando el Chelsea lo quería).

Pasan unos minutos y Neymar vuelve a salir ya duchado camino del autobús. Sólo se para ante una radio que le pide que retransmita su gol. Y él mismo narra la jugada que termina con un estruendoso: "¡Goool!". El periodista dispara: "Por fin vas a poder jugar con el Barça, con Messi, Xavi..." (por la Intercontinental). Pero Neymar aún tiene el piloto automático y piensa en su futuro: "No, no... Quiero seguir trabajando en mi país. Hice historia, soy el hombre más feliz del mundo".
Apoyos.

Ramalho, su técnico, lo dio por perdido: "No voy a interceder para que no vaya a Europa. Fui jugador y sé lo que es". Por su parte, Robinho avaló el fichaje de su amigo y compañero de selección: "Neymar tiene capacidad para jugar ya en cualquier club de Europa, pero yo no le hago publicidad para que se vaya porque si no, el Santos se molesta conmigo. Neymar es quien sabe qué es lo mejor para él".

15 anos de parada gay com direito a valsa de debutante



Aos 15 anos, Parada Gay em SP quer valsa coletiva na rua
Objetivo é celebrar a 15ª edição da festa e quebrar recorde.
Às 13h30 de domingo (26), trios tocarão “Danúbio Azul”.

Valsa (Foto: Reprodução)Trecho do vídeo que convida casais a dançar na
Parada Gay de SP

A “debutante” Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT), que chega a sua 15ª edição em 2011, faz um convite especial ao público que lotará a Avenida Paulista no domingo (26): que, às 13h30, todos transformem a via mais charmosa da cidade em um grande baile e dancem valsa, como em uma tradicional festa de 15 anos. De acordo com a organização do evento, os 16 trios elétricos tocarão a versão remixada de “Danúbio Azul”. A ideia, além de uma grande celebração, é entrar para o livro dos recordes.

“Provavelmente, vai ser a maior valsa dançada. Uma comissão do Guiness (Guiness Book, o livro dos recordes) disse que vem para registrar. Já entramos com a documentação”, contou nesta quarta-feira (22) Leandro Rodrigues, um dos organizadores da Parada. O desafio é superar o recorde, atualmente da Bósnia, onde 1.500 casais dançaram valsa em uma praça em maio do ano passado.
saiba mais

* Parada Gay causará interdições na região da Avenida Paulista
* SPTuris divulga perfil de turistas da Parada Gay de SP

No início deste mês, durante a apresentação do evento, o presidente da APOGLBT, Ideraldo Luiz Beltrame, comentou: “É um ‘début’, a própria palavra debutante significa transformação, mudança, o renascer. Então vamos abrir a parada convidando a todos na Paulista a dançar uma valsa e quebrar o recorde mundial de casais dançando valsa em local aberto”.

Leandro Rodrigues ressaltou a importância de celebrar os 15 anos do desfile, um dos principais eventos do calendário de São Paulo. “Já tentaram cancelar a Parada, já teve caso de agressão (contra homossexuais). Se chegamos até a 15ª edição, tínhamos que comemorar.” O convite veio em um vídeo postado na internet, onde dois homens dançam a valsa em plena Paulista, enquanto os carros esperam no sinal fechado.

“A Parada LGBT faz 15 anos e a gente só quer dançar uma valsinha”, diz um trecho do vídeo de pouco mais de um minuto. A organização pede que, assim que o relógio marcar 13h30, cada um dance com a pessoa que estiver ao lado. Como a Prefeitura estima um público de 3 milhões no desfile, encontrar um par não vai ser problema.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Corintianos choram com titulo da libertadores do Santos F. C. em 2011

Santos TRI Campeão LIbertadores 2011



Após conquistar o título de Tri Campeão da libertadores, um torcedor invadiu o campo e provocou os jogadores do time do Peñarol. Isso iniciou uma confusão em campo com socos, voadoras e bicudas pra todos os lados.

O mais lamentavel disso tudo foi a atitude da policia militar no estádio, que agiu lentamente para controlar a situação. Ou o numero de policiais era pequeno para tal evento ou não agiram com postura firme.

ACORDA PRA REALIDADE!

Pro Evolution Soccer 2012



"PES 2012" terá todos os times brasileiros da edição 2011 da Libertadores

Acabou o suspense, torcida brasileira. Santos, Internacional, Grêmio, Fluminense, Cruzeiro e Corinthians são os times brasileiros confirmados para "Pro Evolution Soccer 2012".

A novidade foi confirmada por Tim Blair, gerente de marketing da série "Pro Evolution Soccer", em entrevista ao UOL Jogos em evento realizado para a imprensa na manhã desta quarta-feira (22).

Segundo o executivo, além desses, todos os times sul-americanos que participaram da Copa Libertadores 2011 estarão presentes, inclusive os participantes da fase classificatória da competição, conhecida como "Pré-Libertadores".

Essa informação responde uma das principais dúvidas deixadas desde a primeira experiência de UOL Jogos com o jogo, durante a E3 2011 - para saber como foi o nosso teste lá.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Disque-Dentuço


Torcida do Fla cria 'Disque-Dentuço' para vigiar Gaúcho



Alguns torcedores já perderam a paciência com as más atuações de Ronaldinho. Como forma de coibir as saídas do craque até altas horas nas noitadas cariocas, o torcedor José Carlos Peruano criou o "Disque-Dentuço", para que os torcedores liguem para passar informações do camisa 10 nas boates e festas do Rio de Janeiro.

- Está uma loucura. Nos reunimos e achamos que essa é a melhor forma de pararmos o Ronaldinho na noitada, para pressionar ele a jogar bem. Não é nada violento, queremos é cuidar da imagem do cara. Ele vai ser vigiado. Ele estava com muita liberdade e isso prejudica o jogo dele – afirmou Peruano.

O próximo jogo do Flamengo é contra o Atlético Mineiro, no sábado. Peruano já aposta numa melhora do craque após a pressão dos torcedores e a atenção de todos com suas noitadas.

- No sábado ele vai jogar bem, tenho certeza. Ele vai sair menos nesta semana. Quando ele chega na praia o pessoal já me avisa, para você ter uma ideia de como está o negócio. Ele está sendo bem vigiado - brincou Peruano.

L! Total: Você viu R10 por aí?

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Tatuapé São Paulo

quinta-feira, 16 de junho de 2011

New Murphy's laws - Novas Leis de Murphy



The perceived perversity of the universe has long been a subject of comment, and precursors to the modern version of Murphy's law are not hard to find. Recent significant research in this area has been conducted by members of the American Dialect Society. ADS member Stephen Goranson has found a version of the law, not yet generalized or bearing that name, in a report by Alfred Holt at an 1877 meeting of an engineering society.

It is found that anything that can go wrong at sea generally does go wrong sooner or later, so it is not to be wondered that owners prefer the safe to the scientific.... Sufficient stress can hardly be laid on the advantages of simplicity. The human factor cannot be safely neglected in planning machinery. If attention is to be obtained, the engine must be such that the engineer will be disposed to attend to it.[1]

Mathematician Augustus De Morgan on June 23, 1866 "Supplement to the Budget of Paradoxes," The Athenaeum no. 2017 page 836 col. 2 [and later reprints: e.g., 1872, 1915, 1956, 2000] wrote: "The first experiment already illustrates a truth of the theory, well confirmed by practice, what-ever can happen will happen if we make trials enough." In later publications "whatever can happen will happen" occasionally is termed "Murphy's Law," which raises the possibility—if something went wrong—that "Murphy" is "De Morgan" misremembered (an option, among others, raised by Goranson on American Dialect Society list) [2]

American Dialect Society member Bill Mullins has found a slightly broader version of the aphorism in reference to stage magic. The British stage magician Nevil Maskelyne wrote in 1908:

It is an experience common to all men to find that, on any special occasion, such as the production of a magical effect for the first time in public, everything that can go wrong will go wrong. Whether we must attribute this to the malignity of matter or to the total depravity of inanimate things, whether the exciting cause is hurry, worry, or what not, the fact remains.[3]

The contemporary form of Murphy's law goes back as far as 1952, as an epigraph to a mountaineering book by Jack Sack, who described it as an "ancient mountaineering adage":

Anything that can possibly go wrong, does.[4]

Fred R. Shapiro, the editor of the Yale Book of Quotations, has shown that in 1952 the adage was called "Murphy's law" in a book by Anne Roe, quoting an unnamed physicist:

he described [it] as "Murphy's law or the fourth law of thermodynamics" (actually there were only three last I heard) which states: "If anything can go wrong, it will."[5]

In May 1951, in Genetic Psychology Monographs volume 43, page 204, Anne Roe gives a transcript of an interview (part of a Thematic Apperception Test, asking impressions on a photograph) with Theoretical Physicist number 3: "...As for himself he realized that this was the inexorable working of the second law of the thermodynamics which stated Murphy's law ‘If anything can go wrong it will’." Anne Roe's papers are in the American Philosophical Society archives in Philadelphia; those records (as noted by Stephen Goranson on the American Dialect Society list 12/31/2008) identify the interviewed physicist as Howard Percy "Bob" Robertson (1903–1961). Robertson's papers are at the Caltech archives; there, in a letter Robertson offers Roe an interview within the first three months of 1949 (as noted by Goranson on American Dialect Society list 5/9/2009). The Robertson interview apparently predated the Muroc scenario said by Nick Spark (American Aviation Historical Society Journal 48 (2003) p. 169) to have occurred in or after June, 1949.

The name "Murphy's law" was not immediately secure. A story by Lee Correy in the February 1955 issue of Astounding Science Fiction referred to "Reilly's Law," which "states that in any scientific or engineering endeavor, anything that can go wrong will go wrong".[6] Atomic Energy Commission Chairman Lewis Strauss was quoted in the Chicago Daily Tribune on February 12, 1955, saying "I hope it will be known as Strauss' law. It could be stated about like this: If anything bad can happen, it probably will."[7]

Arthur Bloch, in his 1977 book "Murphy's Law, and Other Reasons Why Things Go WRONG", prints a letter that he received from George E. Nichols who recalls the event that occurred in 1949 at Edwards Air Force Base, Muroc, California that, according to him, is the origination of Murphy's Law. An excerpt from the letter reads:

...The Law's namesake was Capt. Ed Murphy, a development engineer from Wright Field Aircraft Lab. Frustration with a strap transducer which was malfunctioning due to an error in wiring the strain gage bridges caused him to remark – "If there is any way to do it wrong, he will" – referring to the technician who had wired the bridges at the Lab. I assigned Murphy's Law to the statement and the associated variations.[8]